Estratégias para supermercados venderem mais durante a Copa do Mundo

Poucos eventos movimentam os supermercados como a Copa do Mundo. Finalmente, o maior evento esportivo do planeta chegou, após uma espera ansiosa tanto dos torcedores quanto do setor. Mas a edição de 2026 promete ser intensa e imprevisível em campo e nas lojas.

Enquanto muitos pensam apenas em promoções de cerveja e churrasco, os supermercados mais preparados já entenderam a nova realidade: a Copa mudou e o comportamento do consumidor também.

Na cancha, será a despedida de Messi, Cristiano Ronaldo, Neymar e muitos outros ídolos. Porém, se esta edição não for a maior da história em talento, será em quantidade: serão 48 seleções e 104 jogos distribuídos ao longo de 39 dias. 

Do lado de cá do carrinho, o consumidor também mudou. Ele compra com mais pressa, decide por impulso e espera uma experiência muito mais fluida dentro do supermercado.

Ao mesmo tempo, as lojas operam com margens apertadas, equipes reduzidas e pressão constante por eficiência. O resultado é um cenário cheio de oportunidades e de riscos operacionais para quem não se preparar com antecedência. 

O consumidor da Copa 2026 não compra como em 2022

Durante muito tempo, a lógica da Copa era simples: grandes compras antecipadas para churrasco, bebidas e encontros em família. Essa prática ainda existe, mas agora o comportamento está mais fragmentado, gerando muitos picos de movimento.

Atualmente, a expectativa é que o fluxo em supermercados cresça em até 69,2% nas horas que antecedem partidas importantes, o clássico hábito brasileiro de deixar tudo para a última hora.

Com esse aumento do consumo imediato, a realidade será de mais reposições emergenciais e maior pressão operacional em curtos períodos. E isso muda completamente o planejamento do supermercado.

O problema deixa de ser apenas estoque e passa a ser uma resposta rápida da operação, pois não adianta ter o produto armazenado se ele não chega na gôndola a tempo.

Copa do Mundo nos supermercados vai muito além do esperado

Os dados recentes mostram um cenário diversificado de produtos buscados:

  • Pipoca para micro-ondas teve crescimento superior a 120% em períodos ligados à Copa
  • Amendoins salgados aumentaram cerca de 86%

Além disso, produtos ligados à conveniência cresceram fortemente. O que isso mostra?

O consumidor atual quer praticidade. Ele quer transformar o jogo em experiência sem complicação. Por isso, cresce o consumo de kits prontos, combos para assistir jogos, porções rápidas, produtos compartilháveis e alimentos de preparo simples.

Essa será a chave para aumentar o ticket médio com muito mais facilidade.

O verdadeiro desafio da Copa está na operação

Quando se fala em Copa do Mundo nos supermercados, quase todo mundo pensa em campanha, promoção e estoque. Mas o maior gargalo, mais do que o esperado, deverá aparecer na operação.

É durante os períodos de pico que surgem as filas excessivas, a reposição lenta, os corredores congestionados e principalmente a falta de carrinhos para atender a todos.

E existe um fator psicológico importante nisso. O consumidor da Copa está emocionalmente acelerado. Ele quer entrar, comprar rápido e sair rápido, e qualquer atrito aumenta a frustração.

Na prática, o cliente percebe isso muito antes de avaliar o preço. Durante períodos de pico, a experiência operacional pesa muito mais na decisão de retorno do consumidor.

Para garantir uma boa experiência de compra e fortalecer a percepção da marca para fidelização de clientes, é preciso prestar atenção em fatores decisivos:

  • Treinamento de operadores para checkouts rápidos
  • Limpeza atenta para manter os corredores livres
  • Exposição inteligente de produtos
  • Caixas de autoatendimento 
  • Reposição ágil

E, principalmente, quantidade de equipamentos suficiente para atender a todos.

O layout do supermercado influencia muito mais do que parece

Em época de Copa do Mundo, o layout de um supermercado deixa de ser só organização visual. Ele se transforma em uma ferramenta de fluxo e conversão. Afinal, o consumidor não quer percorrer a loja inteira. Ele quer praticidade, rapidez e clareza.

Aproximar produtos complementares, criar zonas de consumo rápido, facilitar a circulação, reduzir barreiras visuais e posicionar a exposição em pontos quentes são estratégias que tornam a operação muito mais eficiente.

O insight mais valioso para o varejo

Já sabemos que o consumidor compra mais por estímulo visual. Em outras palavras: o que está visível vende mais. E isso não fala somente sobre produtos. Equipamentos desgastados afetam diretamente a operação justamente nos períodos de maior movimento.

São detalhes que parecem pequenos, mas transformam completamente a experiência de compra: carrinhos travando, gôndolas instáveis, balcões com aparência envelhecida e estruturas desgastadas que dão a sensação de descuido e até mesmo risco à saúde.

Muitos concentram os esforços só em vender mais, mas se esquecem de que, sem estrutura, o efeito pode ser o oposto. Não preparar os equipamentos do supermercado pode gerar perda operacional, filas excessivas, retrabalho constante e, como consequência, uma experiência ruim para o cliente. O lucro esperado simplesmente desaparece na operação.

Se o cliente está entrando na loja com cada vez menos paciência e mais urgência, pequenos problemas ganham proporções muito maiores.

Por isso, é essencial:

  • Revisar o layout
  • Reorganizar a exposição
  • Renovar equipamentos
  • Acelerar a manutenção
  • Melhorar o fluxo operacional

A venda começa muito antes do caixa. Ela começa na experiência física da loja.

O papel da Ab5 nesse cenário de Copa do Mundo

A Ab5 acompanha de perto a operação supermercadista e sabe que datas de alto fluxo como a Copa do Mundo exigem estrutura.

Por isso, atuamos com renovação de equipamentos de supermercado, como carrinhos, gôndolas e balcões refrigerados.

Também realizamos manutenção de carrinhos diretamente no ponto de venda com entrega no mesmo dia, oferecendo agilidade para minimizar o impacto operacional exatamente nos períodos de maior movimento.

Além do ganho funcional, com investimento reduzido à metade e com o dobro de durabilidade* em comparação à compra de novos, a renovação melhora a percepção de qualidade da loja.

No fim, supermercados preparados não vendem mais apenas pela Copa do Mundo. Eles vendem mais porque conseguem transformar movimento em experiência positiva, e a estrutura é o que sustenta essa transformação.

Fale conosco e solicite mais informações.

*Dado obtido com base no tempo e custo médio dos serviços prestados aos clientes da Ab5.

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